segunda-feira, 4 de junho de 2012

doçura

chocolate beijo de criança um sorriso do pai rosa mel amor amor amor bolhas de sabão
coração casamento amizade doce beijo vida esperança fé paz sorriso
beleza arte felicidade doçura força de vontade amor
amizade doçura gratidão amor



domingo, 13 de maio de 2012

um dia lá no sertão da bahia

junho de 2006 - crédito: katiane rodrigues

devaneios

27 de dezembro de 2009
queria algo novo. não sei bem o quê. ontem resisti aos doces, mas hoje tudo foi por água abaixo. basta ficar entediada e bum, tenho que comer. como é que perco o controle do meu corpo assim? tenho que arranjar algo para fazer ou pensar quando me sentir entediada. sei que comi além da cota quando fico com dor de cabeça. mas esse mal estar deveria aparecer antes de eu me esbanjar. ele sempre chega atrasado.
hoje assisti ao filme segunda chance para o amor, em inglês purple violet. fala sobre pessoas que se reencontram depois de doze anos e revivem o amor. um amor que na verdade nunca havia acabado.  será que o amor e a paixão resistem ao casamento? as pessoas vão mudando, e quando percebem, já estão bem diferentes. neste caso, será que a solução é trocar de amor? encontrar um amor que valha a pena é tão raro. quando se encontra, é preciso cuidá-lo e agarrá-lo com todas as forças. 
hoje também fui visitar uns tios. fiquei observando os brinquedos da minha prima. havia muitos livros também. mas, muitas bonecas, bebês e barbies. fiquei olhando para uma das barbies que fazia ginástica e aquilo me deixou entediada. como é possível gostar  de bonecas? eu nunca gostei muito delas desde pequena. gostava dos ursos, para enfeitar a cama. talvez a graça seja a fantasia que criam em relação aos brinquedos. talvez eu não tenha sido uma criança muito imaginativa. 
estive pensando a respeito de deus. cheguei a conclusão de que ele está em cada um. e em cada instante. em cada sorriso. algumas pessoas deixam seu lado deus mais aflorado, outras... simplesmente o reprimem.

terça-feira, 8 de maio de 2012

recordações de um dia no navio

eu não sei que dia é hoje. não importa. o dia foi assim: pratos, copos quebrados, corro, correm, correm. respiro, não paro. mudo a roupa, a maquiagem é a mesma. taça, vinho tinto, guardanapos, sorrisos. desculpas. conto os minutos para ver o guilhermo, um espanhol lindo de tirar o fôlego. frio na barriga. tento ler crime e castigo, durmo. ganhei cem dólares. paguei sessenta e seis pelo dia em que fiquei doente e não trabalhei. internet, dólar em baixa. sorrisos, sorrisos. já não me lembro de nada. que saudade da minha família, do barulho da chuva, do cheiro da grama molhada. o café da tarde, bolo, pão quente. os abraços, risadas, choro. minha colega de quarto não desliga o telefone. não aguento. o guilhermo vai ligar. eu não se que dia é hoje. não importa. já não existe. são apenas recordações.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

questão de fé


hoje uma senhora me parou na estação da luz. perguntou-me se eu era evangélica. eu disse não. ela respirou desapontada, disse obrigada e se foi. então fiquei pensativa e acabei escrevendo este texto:
eu me encontro com deus
quando acordo e quando durmo,
me encontro com deus
quando estou com minha família,
me encontro com deus quando dou boas risadas
com os amigos, eu me encontro com deus.
quando estou no teatro, quando viajo,
quando respeito o próximo e a natureza;
quando tomo decisões que farão bem para mim
e para os outros...
quando falo a verdade, quando digo que gosto.
quando alguém sorri pra mim, é um verdadeiro
encontro. quando fico em silêncio. quando danço,
pulo e canto. o encontro é perfeito.
não. eu não sou evangélica e eu não vou à igreja. mas eu me encontro com deus. todos os dias.